Pesquisando entre Membros e Congregados da igreja, neste mês chegamos a seu nome, entre alguns outros, como DIGNOS PROFISSIONAIS que têm sido exemplarmente responsáveis com o serviço que prestam à população. Parabéns. Leia algumas sugestões que lhe damos agora.


Do seu e de outros nomes, é que chegaremos aos INFLUENTES em nossa cidade, para este ano.
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VOCÊ AMA O QUE FAZ?


Em um mundo onde o poder predomina (e esse poder é adquirido, principalmente, através do dinheiro), caímos em um paradoxo: ‘Será que amo o que faço?
A primeira coisa que devemos avaliar é em que depositamos mais valor. Muitas pessoas acabam se enganando, ou sendo enganadas, acreditando que o dinheiro representa felicidade. Em uma breve leitura no livro “Os Segredos da vida – David Kessler & Elisabeth Kubler-Ross”, me dei conta que estava seguindo o caminho da grande massa, trabalhando como louco à procura dessa tal “felicidade” adquirida através do dinheiro. 
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Quero que fique claro que não estou falando que dinheiro é ruim, pelo contrário, precisamos dele para sobreviver, ter conforto e obter as coisas materiais. Mas, a grande questão é como você está esse ganhando dinheiro? Você, realmente, ama o que faz? E está fazendo o que sempre sonhou?
Percebo que muitas pessoas se profissionalizam baseadas apenas no salário. Você sabia que trabalhamos uma média de 1920h por ano? Isso sem contar com horário de almoço e locomoção. Só isso deveria ser um grande incentivo para pensarmos em que temos gastado nosso precioso tempo! Pense nos anos que você passou estudando e se dedicando em algo que hoje não te traz nenhuma satisfação. Pelo contrário, todos os dias quando acorda para ir trabalhar fica desanimado, angustiado, pensando no que você realmente gostaria de estar fazendo. Acredito que é possível unir o útil ao agradável. Digo, fazer o que se ama e ganhar dinheiro com isso.
Você se considera um bom profissional? Se você não ama o que faz mas, ainda assim, o faz com excelência, parabéns! Você é uma minoria e com certeza se esforça muito. Por outro lado, é bom imaginar o quanto valeria todo esse esforço em algo que realmente ame fazer. E mais, mesmo que essa profissão não te renda tanto quanto a atual, você tem grandes chances de ser bem sucedido e ser muito mais feliz.

Reflita, reavalie: 

  1. Sua energia física – Quão saudável você está?
  2. Sua energia emocional – Você está feliz?
  3. Sua energia mental – Você está conseguindo se concentrar?
  4. Sua energia espiritual – Por que você está fazendo tudo isso? Qual o propósito?
Pense, talvez seja a hora de contrariar algumas opiniões, arriscar, inovar. E, finalmente fazer o que realmente você quiser. Afinal, como diz um velho ditado: “Não levaremos nada conosco após a morte”. A vida é agora. Vale muito mais a pena buscar o equilíbrio entre dinheiro e satisfação pessoal.
Abaixo um vídeo falando sobre o assunto. Boa reflexão e até a próxima!